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A prática começou nas Prainhas juntamente com os piquiniques a beira do rio, moda importada dos americanos logo depois da segunda grande guerra. Montavam em velhas câmeras de ar para boiar nos remansos e acabaram descobrindo o prazer de deixar-se levar pela correnteza.
O percurso clássico de três quilômetros começa nas Prainhas, junto à ponte pênsil e termina depois de duas horas debaixo da ponte de ferro em Porto de Cima. Passa por muitas corredeiras leves, duas bem perigosas e alguns poços ideais para o banho.
O período ideal para esta prática começa em outubro e vai até maio, quando chove bastante nas cabeceiras e o Rio Nhundiaquara se apresenta com bom volume de água.
No início cada um precisava trazer a própria bóia, mas com aumento da prática surgiram em Porto de Cima verdadeiras empresas que alugam estes rudimentares equipamentos acompanhados de capacetes e coletes salva-vidas. Também existem vans para transporte dos banhistas até o ponto de largada e que freqüentemente retornam com os cansados caminhantes que descem da Serra do Marumbi ou o Caminho do Itupava.
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