Pássaros
Já foram avistadas e identificadas mais de 300 espécies de aves nos ambientes próximos à trilha, divididos em residentes, transitórios e migrantes, gerando grande flutuação populacional ao longo do ano.
Dos residentes se destacam o macuco, o jacu-guaçu, o uru e os periquitos, dentre os migratórios estão a tesourinha, o siriri, o príncipe e o gavião-tesoura. Estas aves distribuem-se pelo interior da floresta ocupando diferentes estratos ou níveis de acordo com suas adaptações que vão do chão à copa das árvores, margens de rios e brejos até nas áreas devastadas pelo homem.
Junto ao chão vivem os inambus, os jaós, o macuco, o uru, o papa-taóca, o chupa-dente-de-máscara, o pula-pula-ribeirinho e os tapaculos, entre outros. A meia altura encontram-se principalmente os pula-pula, o verdinho-coroado, o bico-de-pimenta, os sabiás e o tangará. O estrato superior é ocupado pelos tucanos e araçaris, os anambés e os corocochós. O topo das árvores é dominado pelos saí-andorinha e arapongas.
Também os gaviões são vistos com freqüência, principalmente o gavião-pombo-grande e o gavião-pega-macaco. De beija-flores já foram identificadas 19 espécies sendo muito comum o beija-flor-grande-da-mata. Todos muito ariscos à presença do homem.
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